quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Potência Muscular e Funcionalidade em Idosos


132       Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício - Volume 8 Número 3 - julho/setembro 2009

Artigo original

Relação entre a potência muscular dos membros
inferiores e a funcionalidade em idosos


Rodrigo Barbosa de Albuquerque*, Valeria Mota de Oliveira**, Amandio Aristides Rihan Geraldes***,Antonio Cesar Cabral de Oliveira****


*Laboratório de Qualidade de vida, Saúde, Fisiologia e Desempenho (LAQUASFIDE) – Instituto Batista de Ensino Superior deAlagoas (IBESA), Faculdade de educação física do Instituto Batista de Ensino Superior de Alagoas – FACEF/IBESA, Laboratóriode Aptidão Física, Desempenho e Saúde - Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (LAFIDES/DEF/UFAL), Núcleo de Pós Graduação em Medicina/Universidade Federal de Sergipe, **(LAQUASFIDE), Faculdade de Educação
Física do Instituto Batista de Ensino Superior de Alagoas – FACEF/IBESA, ***Laboratório de Aptidão Física, Desempenho e Saúde- Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (LAFIDES/DEF/UFAL), ****Universidade Federal de
Sergipe, Núcleo de Pós Graduação em Medicina, Universidade Federal de Sergipe – NPGME/UFS

Resumo

Objetivo: O objetivo deste estudo foi verificar a correlação entre potencia muscular dos membros inferiores e desempenho funcional de idosas. Material e métodos: Compuseram a amostra 28 mulheres com as seguintes médias de idade, estatura e massa corporal: 71 +
5 anos; 1,52 + 0,1 m; 65,15 + 10 kg. Para medir o desempenho funcional (DF), foram utilizados os seguintes testes: 1) Timed Up & Go Test (TUGT) e, 2) sentar e levantar na cadeira cinco vezes (SLC). Para a medida da potencia foi utilizado o teste de subir escada. Para a verificação dos níveis de correlação foi utilizado o teste de correlação de Pearson e adotou-se um nível de significância de p < 0,05.
Resultados: Os resultados médios para os testes funcionais foram: 6,06 + 1,01 e 6,44 + 1,42 seg., respectivamente para o TUGT e o SLC. O resultado médio para o teste de potencia foi de 239,56 + 49,45 N. Tais resultados denotam que a amostra apresenta elevado
nível de desempenho funcional. Os resultados dos testes funcionais não apresentaram correlacões significativas com a potência muscular.
Conclusão: Embora o reduzido tamanho da amostra possa ter participação importante nos resultados, a ausência de correlação significativa pode ser atribuída à homogeneidade e aos elevados níveis de DF e PM dos sujeitos da amostra. Pode-se concluir que, em idosos independentes, as correlações entre o desempenho funcional a potencia muscular, não são significativas.

Palavras-chave: envelhecimento, desempenho funcional, potência muscular.

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